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No âmbito da cidadania e desenvolvimento, partilhamos esta sensibilização que afixamos para sensibilização da comunidade escolar, para todos partilharmos, com amigos e familiares! Para uma maior consciencialização da importância de uma internet segura e dos cuidados a ter trata-de de um alerta de Phishing!

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Adolescência

eduardo
Adolescência
E, depois, há um momento em que uma criança olha para os seus pais e descobre uma pequena fissura que a leva a pensar. E dá-se contra que eles não são nem tão fortes, nem tão serenos e equilibrados. Nem tão coerentes, tão esclarecidos e tão justos. Nem tão atentos e tão mágicos como eram vistos quando se era mais pequenino. E, por mais que tudo isto se passe em segredo e com uma enorme perplexidade dentro de um adolescente, é como se, quase de momento para o outro, se deixasse – aí, sim! – de acreditar no Pai Natal.
Os pais estão “lá”. Funcionam e protegem. Não se inibem de definir as regras. Acompanham, com orgulho, todos os degrauzinhos do crescimento dos filhos. Afligem-se com os saltos de humor, quase acrobáticos, de que eles são capazes. Barafustam com as manhas e rezingam com as “manias”. “Perdem-se” com a sua abertura às “modernices”. “Engolem” – mais percing menos tatuagem – a forma como eles compõem uma imagem. Sentem-se muito “perdidos” no corrupio das ideias e na forma, tantas vezes demagógica, com que eles perfilham “pontos de vista”. Assustam-se com a porta do quarto fechada.Com o “olhar fechado”. E com a forma “fechada” com que falam por murmúrios. Desistem de regular jogos e ecrãs.Alimentam pequenos caprichos. Ficam cansados – até eles próprios – de tanto se ouvirem. Irritam-se com a forma como as suas palavras “entram a 100 e saem a 1000” da cabeça dos filhos. Arrufam-se, amuam e fazem birras. Sentem-se trapalhões. Enternecem-se.Comovem-se. “Tiram-se do sério”. “Passam-se” com o tom das respostas, com aquilo que eles dizem e com o “revirar dos olhos” com que os “premeiam”. Ficam “desasados” quando eles se tornam “tábuas” nalguns abraços. Sentem-se desastrados, quando falam e falam, e não acertam… “uma”. E “entupidos”, quando fazem de conta que não vêem. Evitam o quarto deles. E as gavetas, claro. E evitam “ferver”com a forma como eles engonham. Ou como cismam. Arrepiam-se quando não se revêem nalguns amigos deles. E gelam quando se imaginam, mais velhos, a precisar deles.
Mas, afinal, quem deixa de acreditar no Pai Natal: os adolescentes, quando olham para os pais, ou os pais, quando se sentem perdidos na adolescência dos filhos?
Creditos: Eduardo Sá

Abril é o mês internacional da Prevenção dos Maus Tratos na Infância!

Abril é o mês internacional da Prevenção dos Maus Tratos na Infância!
Escola Profissional de Barcelos, vai sensibilizar a comunidade acerca desta causa!
No âmbito da cidadania e desenvolvimento procuramos partilhar toda a informação e ajuda.
Qualquer criança ou jovem pode ser alvo de violência, seja ela física, psicológica ou sexual, presencialmente ou em contextos digitais. No entanto, não tem de ser “para sempre”. É dever da sociedade como um todo trabalhar em conjunto para travar e prevenir a violência contra crianças e jovens.

Se és uma criança ou jovem vítima de maus-tratos, não hesites: pede ajuda a alguma pessoa adulta da tua confiança. A APAV está sempre disponível para apoiar todas as vítimas de crime ou violência, bem como seus familiares e amigos/as.

Podes usar a Linha de Apoio à Vítima da APAV | Associação Portuguesa de Apoio à Vítima| 116 006
A chamada é gratuita
Todos os dias úteis das 08h às 22h
Não hesites, pede ajuda!

Em Abril, e sempre, temos o dever de proteger as crianças e jovens e de prevenir qualquer forma de violência.

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